19 de maio de 2016

Resenha: Biolocor sos banho de brilho




Após descolorações e muitas colorações, resolvi voltar para o preto. Entre uma coloração e outra, decidi passar um tonalizante, pois sinto que a tintura ressaca um pouco os fios. 
Testei esse produto da biocolor, SOS BANHO DE BRILHO. Ele é bem barato, paguei R$9,90 e achei em outros lugares por R$7,90. Vou deixar a minha opinião:

O que promete:
"O Biocolor Sos Banho De Brilho desenvolvido exclusivamente para intensificar a coloração e o brilho dos cabelos tingidos ou naturais. Ideal para cabelos opacos e sem vida que necessitam de uma revigorada imediata. Garante em apenas 5 minutos duas vezes mais brilho e fios completamente macios e hidratados. O Biocolor Sos Banho De Brilho não altera a cor dos cabelos por isso pode ser utilizado em cabelos naturais e tingidos. Oferece o realce da cor, maciez absoluta, proteção do brilho e da cor e uma hidratação incrível."

O que eu achei: 
-Por minha raiz ser clara, ele cobriu, mas com a primeira lavagem clareou;
- Deixou o meu cabelo com brilho e as pessoas perceberam, recebi elogios;
-Deixou um pouco mais macio e hidratado;
-Não dura muitas lavagens;
-Não mancha a pele - mas cuidado com toalha, roupa, etc;
-Você mistura um creme com água, o que deixa um pouco liquida demais a mistura. Mas da pra misturar com um pouco de creme hidratante branco.


Eu recomendo, é uma solução barata pra manter a cor e dar brilho. Estou com outros produtos parecido aqui e em breve tem mais resenha para vocês <3 p="">


*Esse não é um publipost. 

16 de abril de 2016

Trabalhando com Moda: Visual Merchandising


Você já pensou em trabalhar com moda? Fizemos um post aqui no blog falando sobre a faculdade que é a base para o profissional dessa área. Você encontra aqui no blog um post com 10 maneiras de trabalhar com moda e um sobre croqui - especial para quem sonha ser estilista. 
Mas hoje vamos falar sobre Visual Merchandising aplicado ao varejo de moda:

O que é Visual Merchandising e o que faz?
É um jeito de expor o produto de forma que fique mais atrativa para o cliente. O profissional dessa área trabalha com a vitrine, que normalmente é a primeira coisa que o cliente vai olhar.
Essa vitrine tem que ser encantadora e seduzir quem esta olhando para o interior da loja, que deve condizer com a vitrine. Uma loja com produtos bem expostos faz com que o cliente permaneça mais tempo lá dentro, aumentando a oportunidade de compra. 

Empresas que trabalham nessa área englobam o planejamento de uma loja que abrir, executam materiais para vitrines e essas empresas são contratadas pelas marcas. 

Tem lojas que contratam essas empresas ou um profissional freelancer ou fixo para cuidar do interior e vitrine. Algumas marcas tem pessoas conhecidas como regionais, que visitam várias lojas da rede diariamente executando o trabalho.

Então, concluindo, você ira cuidar normalmente da vitrine e interior de loja, planejando onde vai o que e a melhor forma de expor cada coisa. É um jeito de vender, mas sem falar com o cliente. 

Mas é só com roupa?
Não! Esse profissional pode atuar além das lojas de roupas, o VM pode ser aplicado em lojas de calçados, acessórios, decoração e por ai vai!

O que eu devo estudar?
Pra quem quer seguir na moda, a faculdade é indicada. Eu tive em  apenas um semestre aulas sobre o tema. O Senac oferece cursos livres na área e existem pós graduação no tema! 
Marketing pode ser essencial!


Salário Inicial;
Em média, R$1.700,00 


Acesse a pagina JCF Visual Merchandising e fique por dentro do assunto!
 Quem tiver mais dúvidas, é só deixar o seu comentário. 
Até mais ;)

18 de março de 2016

Testei: QOD 30 Dias de Efeito Liso


Olá! No post de hoje vou falar dos dois produtos da imagem acima. Shampoo de limpeza e um creme que promete efeito liso por 30 dias. 

O que promete: QOD CITY PURIFY é um shampoo que proporciona uma limpeza suave dos fios, enquanto prepara a fibra capilar para receber tratamentos da linha QOD. 01 lavagem semanal com Purify mantém os fios limpos e sem oleosidade. Também, deve ser usado antes da aplicação de máscaras de tratamento, pois seu pH ajustado facilita a abertura das cutículas dos fios, possibilitando a penetração dos ativos hidratantes presentes nos produtos QOD.

O que eu achei: Realmente cumpre o que promete, achei que ele limpa super bem os fios! Eu uso antes do creme da marca ou alguns dias antes de retocar a tintura no cabelo. Quem tinge os fios, principalmente com tinta fantasia ou tonalizante sabe que shampoos de limpeza desbota muito a cor, então, cuidado! Enfim, aprovado. 



QOD CITY 30 DIAS DE EFEITO LISO - R$59,90

O que promete: É uma máscara de tratamento capilar com a capacidade de hidratar, realinhar e reduzir o frizz dos fios. De fácil aplicação, pode ser usada em casa obtendo-se o efeito da progressiva feita no salão por em média 30 dias.
- 0% de frizz
- Efeito liso natural por 30 dias
- Compatível com qualquer química
- Brilho e tratamento incomparáveis
Como o 30 Dias de Efeito Liso age?
Elaborada com manteiga de origem vegetal, QOD 30 dias de Efeito liso repõe os lipídios perdidos nos processos químicos, térmicos e mecânicos. Contém silicones que melhoram a penteabilidade diária e reduzem sensivelmente o frizz. Com proteínas especialmente selecionadas, pode ser aplicado quinzenalmente para obter-se resultado progressivo e duradouro.
Cabelos alinhados, brilhantes e com volume reduzido é o resultado proporcionado por QOD 30 dias de efeito liso.


O que eu achei: Testei na minha mãe que tem o cabelo liso e o resultado foi ótimo. O meu cabelo é ondulado/cacheado (nem liso, nem enrolado) e o resultado foi:
-15 dias sem frizz;
-Não alisa totalmente, mas soltou as ondas/cachos;
-Ao usar chapinha/prancha/secador ele fica bem liso e segura o efeito por mais tempo;
-Deixa o cabelo macio e com brilho.

Ou seja, aprovado também! Principalmente por tirar o frizz, deixar macio e da uma alinhada no cabelo, deixando ele mais comportado. 

E você? Já usou algum produto? Conta pra gente ai no comentários!

*infos do site http://loja.qodhair.com/



17 de março de 2016

We back + Parceria Nineteen Clothing


Olá! Nós voltamos e com coisa boa para vocês <3 
Fizemos uma parceria com a NineteeN! Para quem não conhece, é uma marca que nasceu em outubro de 2012 na cidade de Campinas - SP.  As camisetas são unissex, ou seja, a mesma pode ser usado por menino ou menina. E as estampas são mais underground, ideias tiradas diretamente das ruas e a marca valoriza artistas, bandas e etc que são independentes. Na pagina deles no facebook sempre tem flyer dos shows que rola na região. 

Para quem quiser conhecer a marca é só acessar o site: http://www.x019x.com.br, instagram ou facabook

E para quem quiser comprar, usando o cupom MAKINGSTYLE você ganha 10% de desconto no valor total da compra, demais né? Então corre lá!


5 de julho de 2015

Eu não estou louca, querido



“Você é louca” ouvi, depois de ter feito algo que, na minha cabeça, é completamente normal. Rotineiro até. Mas era algo que desafiava as noções de normalidade. Que eu fiz por decisão própria, sem pedir a aprovação de ninguém. E isso, como a gente sempre aprendeu, é loucura.

Vamos conversar sobre essa noção, aliás. Geralmente usada de forma ofensiva contra mulheres, a acusação de loucura é assustadoramente comum. “Você só pode ser louca de sair sozinha?” e “Mano, cê viu que louca aquela mina que tava tentando pegar meu bróder?” foram duas frases que eu ouvi na véspera de escrever esse texto. O estigma pode até evoluir para fica-louca-na-tpm, louca-dos-gatos, não-sei-porque-você-acha-que-tudo-é-machismo-sua-louca e derivados.

E é aí que quero chegar. Mulheres são sempre taxadas de loucas quando elas têm algum tipo de desvio da normalidade. Ou da noção de normalidade, por assim dizer. Mulheres, a partir do momento que recebem esse rótulo, não conseguem se livrar dele. E eu vejo três problemas fundamentalmente ligados ao machismo nisso aí:

Primeiramente, o estereótipo por si só. Eu, você e sua vizinha somos pessoas com diferentes traços de personalidade. Nós temos gostos, amores e desavenças individuais, certo? Nós temos nossas manias específicas e uma banda preferida. Contradições próprias, vícios, tiques, marcas de expressão. Ou seja, somos seres humanos complexos.

Talvez você seja taxada de louca por defender um ideal político, por gostar de viajar sozinha, por não querer ter filhos ou por fazer uma tatuagem. Só aquela louca ia fazer uma coisa dessas, afinal. O que ela tem na cabeça? Sempre soube que era um pouco sem noção. Eis aí, você, pessoa complexa, ser reduzida a “louca” por ter feito algo que desafia os padrões que você deveria seguir à risca. Você não é mais uma pessoa, um ser humano complexo, mas uma representação da loucura aos olhos alheios.

O segundo problema sério que eu vejo nisso é o gaslighting. Gaslighting, se você não sabe, “é uma forma de abuso psicológico no qual informações são distorcidas, seletivamente omitidas para favorecer o abusador ou simplesmente inventadas com a intenção de fazer a vítima duvidar de sua própria memória, percepção e sanidade”. É isso que diz a Wikipédia, mas eu acho que todas nós conseguimos pensar em um momento de nossas vidas em que sofremos com isso.

Como eu disse acima, tem tudo a ver com desrespeitar as expectativas que são impostas sobre você. Um dia desses, por exemplo, fui chamada de louca em círculos conservadores por dizer que chamar a presidenta de vaca não era certo. A feminista louca e exagerada, que não tem noção da realidade, coitadinha. Minha percepção só podia estar errada, diziam.

De uma forma mais séria, podemos perceber que o gaslighting é uma ferramenta comum em relacionamentos (românticos ou não) abusivos. Mulheres costumam ser acusadas de estarem procurando problema onde não existe, de serem dramáticas, de “causarem” (ainda usamos o termo “causar”? Tenho a impressão que isso era um chavão da minha época de Ensino Médio), de exagerarem. Quem nunca ouviu um babaca qualquer dizer que a namorada dele é louca e ciumenta enquanto flerta com outras? Sem contar a tortura emocional que é para mulheres que têm longos relacionamentos abusivos em que os abusadores se utilizam do gaslighting para fazer com que elas desconfiem do próprio julgamento do que é certo ou errado.

Agora, o terceiro problema de caracterizar as mulheres como loucas: a invalidação do nosso estado mental. Deixe-me usar um exemplo pessoal aqui: tem dias que mal consigo levantar da cama e ter uma rotina normal por causa da ansiedade. Tem dias em que me sinto uma fraude, em que não consigo cumprir minhas obrigações, em que não consigo ficar em uma sala fechada por mais que algumas horas.

Assim como qualquer outra situação que desvie da normalidade, esse tipo de reação não é visto com bons olhos pela sociedade. Se eu (ou qualquer pessoa na mesma situação, por falar nisso) não consigo funcionar bem de vez em quando porque meu cérebro não colabora, eu sou aquela louca lá. Ao mesmo tempo, se eu tento falar sobre isso e me abrir, sou louca também.

Agora que mencionei esses pontos, não posso deixar de citar a representação que é feita das mulheres. Nas novelas, nos livros, nas comédias românticas, na música, onde quer que seja. Sempre tem a esposa ciumenta demais, a moça que faz sexo casual, a ex-namorada que não superou o término, a mulher que procura subir na carreira a todo custo, a namorada que pede pro cara fazer um favor bem na hora do jogo: clichês retratadas como loucas. E isso só normaliza a atitude na vida real.

Mas deixa eu te contar uma coisa: eu, você e sua vizinha somos pessoas inteiras. Nós temos nossos momentos de tristeza, alegria, crise, insegurança, esperança, revolta, frustração com o mundo, inspiração, criatividade. Nós temos nossos gostos pessoais, nossos critérios, nossos julgamentos, nossa ética, nossas vontades. Nós somos complexas e merecemos ser tratadas como tal.

E se alguém vier te dizer que você é louca, moça, o leviano é ele.

Publicado originalmente na Revista Pólen
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